terça-feira, 10 de janeiro de 2012

BONDADE



BONDADE


Emmanuel


Ao apelo do divino Mestre, recomendando-nos “sede perfeitos”, evitemos a indesejável resposta da aflição.
Ninguém pode trair os princípios de seqüência que governam a Natureza, e o tempo será sempre o patrimônio divino, em cujas bênçãos alcançaremos as realizações que a vida espera de nós.
Antes de cogitar da colheita, atendamos à sementeira.
Antecipando a construção do teto de nossa casa espiritual, no aprimoramento que nos cabe atingir, edifiquemos humildes, erguendo sobre eles as paredes de nossa renovação, a fim de não nos perdemos no movimento vazio.
                                                             
Iniciemos a perfeição de amanhã com a bondade de hoje.
Ninguém é tão deserdado no mundo que não possa começar com êxito necessário.
                                                             
Não intentes curar o enfermo de um momento para o outro. Cede-lhe algumas gotas de remédio salutar.
                                                              
Não busques regenerar o delinqüente a rudes golpes verbais. Auxilia-o, de algum modo, oferecendo-lhe algumas frases de fraternidade e compreensão.
                                                              
Não procures estabelecer a verdade num gesto impetuoso de esclarecimento espetacular, acreditando desfazer as ilusões de muitos anos, em um só dia. Enceta a obra do reajustamento moral com os teus pequeninos gestos de sinceridade à frente de todos.
                                                            
Não suponhas seja possível à milagrosa transformação de alguém, no caminho empedrado da crueldade ou da ignorância. Faze algo que possa servir de plantação inicial de luz no espírito que te propões reformar.
                                                              
E ainda, em se tratando de nós, não julgues seja fácil converter nossa própria alma para Deus, num instante rápido. Trazemos conosco vasto acervo de sombras e precisamos serenidade e diligência para desintegrá-las, pouco a pouco, ao preço de nossa própria submissão à Lei do Senhor que nos rege os destinos.
                                                             
Se realmente nos dispomos à aceitação do ensinamento do Divino Mestre, usemos de bondade, em todos os momentos da vida. Bondade para com o próximo, bondade para com os ausentes, bondade para com os nossos opositores, bondade para com todas as criaturas que nos cercam...
                                                             
A bondade é chave de simpatia e conhecimento com que descerraremos a passagem para as Esferas Superiores.
                                                              
Com ela, seremos mais humanos, mais amigos e mais irmãos.
Avancemos, assim, com a bondade por norma de ação. Retificando em nossa estrada os aspectos e experiências que nos desagradam na estrada dos outros, e desse modo, estejamos convictos de que o sonho sublime de nosso aperfeiçoamento encontrará, em breve futuro, plena concretização na Vida Eterna.

Livro – Abençoa Sempre – Francisco Cândido Xavier – espíritos diversos
Digitado por – Valeria Guida

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

PERDOA E AJUDA



PERDOA  E  AJUDA


Emmanuel
Sem nos reportarmos às múltiplas experiências do passado, em que por vezes incontáveis recolhemos o socorro da Compaixão Divina, recordemos quão magnânimo tem sido o Senhor para conosco e aprendamos a desculpar infinitamente...
                                                             
Limitando as tuas lembranças ao acanhado círculo da existência que passa, rememora o pretérito e pergunta a ti mesmo, no silêncio do coração!...
                                                              
Quantas vezes nos perdoou o Senhor através do carinho materno nas hesitações e necessidades da infância?... Quantas vezes ter-nos-á estendido generosas mãos, por intermédio de instrutores benevolentes, na teimosia caprichosa da mocidade?
                                                              
Inventariemos nossas quedas de cada dia, nossas defecções íntimas, nossas ocultas deserções do dever a cumprir...
                                                              
Analisemos as falhas e os prejuízos que provocamos consciente ou inconscientemente na tarefa que fomos chamados a atender e verificaremos a Piedade Infinita do Divino Mestre, socorrendo-nos pela palavra, pelo sorriso, pela tolerância e pelas mãos de numerosos amigos que, em Seu Nome, nos reajustam para a obra de elevação que nos compete realizar...
                                                              
Em muitas ocasiões, quando mais aflitivo se nos revela o sentimento de culpa na intimidade da alma, quando nossa inaptidão para o bem nos arroja às garras do mal, eis que a Infinita Bondade nos estende um raio de esperança, encorajando-nos à humildade e à diligência para a justa reparação...
                                                             
Pensa nessa abençoada rede assistencial de amor que nos cerca em todos os passos evolutivos e não te detenhas na acusação...
                                                              
Repara na fragilidade do companheiro, tanto quanto o Terno Amigo nos observa as fragilidades, e guarda o respeitoso silêncio da fraternidade bem vivida, onde não possas abrir o coração ao estímulo sincero.
                                                             
Muitas vezes, a crítica impensada ou o apontamento amargoso nos marcarão o espírito com reminiscências cruéis, mas nunca nos arrependeremos de haver perdoado em todo lugar onde a ignorância e a leviandade nos arroja a ofensa ao rosto.
                                                             
Ouve, cala-te e espera...
Mas espera, desculpando o mal e fazendo o bem que possas, porque, acima de nós, reina a Justiça Indefectível e Soberana que, a nosso respeito e a respeito de nossos irmãos, se expressará insuperável e certa, no momento oportuno.


Livro – Abençoa Sempre – Francisco Cândido Xavier – espíritos diversos
Digitado por – Valeria Guida

sábado, 7 de janeiro de 2012

ANTOLOGIA DA AMIZADE




ANTOLOGIA  DA  AMIZADE

Emmanuel

Atende ao bem, conquanto as dificuldades que encontres para isso.

Quando a noite se adensa no caminho, envolvendo todos os ângulos do espaço, uma vela acesa tem o esplendor de uma estrela que descesse do Céu para varrer na Terra a força negativa da escuridão.

Aspiras a vencer e vencerás, mas lembra-te de que vencer sem abrir os caminhos da vitória para os outros é avançar para o tédio da inutilidade sob o frio da solidão.

Não condenes pessoa alguma.

Somos todos irmãos ante a Providência Divina, interligados no trabalho do dia-a-dia em função de nosso aperfeiçoamento mútuo.

Haja o que houver, adianta-te e faze o melhor que possas.

Recorda que é preciso semear o bem por dentro de nós e por fora de nós, onde estivermos, de vez que, nessas diretrizes, o bem se nos fará alegria e paz, coragem e esperança nas áreas de cada hora.

Se pessoas estimáveis caíram em erro, não lhes aumentes o peso da culpa, destacando-lhes esse ou aquele gesto infeliz.

Recorda que toda conversação está carregada de poder criativo. Usa o verbo para o bem e faze com ele a felicidade de quantos te compartilham a vida.

Nada sucede à revelia da Providência Divina.

Não abandones o instrumento de trabalho que os Mensageiros do Senhor te colocaram nas mãos.

Asserena-te e espera. Ama e ensina com paciência.

Não esmoreças. A vida reserva prodígios para quem segue adiante, trabalhando e servindo...

Não permitas que a idéia de fracasso anule os créditos de tempo em tuas mãos. Não abandones a certeza de que podes trabalhar e servir, auxiliar e melhorar, renovar e reconstruir.

Não digas que a grandeza de Deus te dispensa do bem a realizar. Deus é a Luz do Universo, mas podes acender uma vela e clarear o caminho para muita gente dentro da noite.

Os companheiros são sempre alavancas de apoio que devemos agradecer a Deus. Diante, porém, das tarefas a realizar, não exijas tanto dos amigos queridos que te estendem amparo.

Ergue-te, enquanto é tempo, e faze, por ti mesmo, o bem que possas.

Auxiliando a outros, obterás igualmente auxílio. É por esta razão que no Serviço ao Próximo encontrarás sempre o endereço exato do Socorro mais Urgente de Deus.

Tranqüiliza quantos te desfrutam a convivência e faze-os felizes, tanto quanto puderes.

As boas obras nascem do amor temperado pelo sofrimento.

Serve e medita. É possível que a Divina Providência haja permitido a tua queda em erro para que aprendas a tolerar e a perdoar.

Admiráveis são todos os espíritos nobres e retos que militam com grandeza na Causa do Bem. Entretanto, não menos admiráveis são todos aqueles que se reconhecem frágeis e imperfeitos, caindo e erguendo-se muitas vezes nas trilhas da existência sob críticas e censuras, mas sempre resistindo à tentação do desânimo, sem desistirem de trabalhar.

Ninguém se eleva, sem esforço máximo da vontade, dos campos do hábito para as regiões iluminadas da experiência.

Entretanto, ninguém atinge as múltiplas regiões da experiência sem passaportes adquiridos nas agências da dor.

Não penses tanto sobre o que os outros possam imaginar a teu respeito. Raramente isto acontece. Na maioria dos casos, quando notas alguém a observar-te, essa pessoa, provavelmente, deseja saber o que estás pensando a respeito dela. Em qualquer situação, mentalizemos o bem o sigamos para a frente.

No domínio das possibilidades materiais, as lições são diversas. O que guardas, talvez te deixe. O que desperdiças, com certeza te acusa. O que emprestas te experimenta. Em verdade, só te pertence aquilo que dás.

Enquanto cultivarmos melindres e ressentimentos; enquanto não pudermos aceitar os próprios adversários na condição de filhos de Deus e irmãos nossos, tão dignos de amparo quanto nós mesmos; enquanto sonegarmos serviço fraterno aos que ainda não nos estimem; e enquanto nos irritarmos inutilmente, a felicidade para nós é impossível.

Se trabalhas com fé em Deus, na Seara do Bem, não precisas articular muitas perguntas acerca daquilo que te compete fazer.

Prossegue agindo com paciência e, através do próprio serviço a que te dedicas, a Sabedoria de Deus te esclarecerá.

Repara o sol que é luz sublime e infatigável... O céu a constelar-se em turbilhões de estrelas, novas pátrias de luz, exaltando a esperança...

Tudo no altar da natureza é prazer de auxiliar e alegria de servir.

Dar o pano que sobra em nosso guarda-roupa é dever, mas vestir o próximo de novas idéias, através dos nossos bons exemplos, é caridade.

... Não bastará, portanto, crer na sobrevivência do homem. É indispensável clarear o porvir, antecipando edificações iluminadas para o amanhã de nossas almas eternas.

O Espiritismo com Jesus, entretanto, não é somente o corredor de acesso ao paraíso das consolações. Representa, acima de tudo, movimento libertador da consciência encarnada, oficina de instalação do Reino Divino no campo humano.

Não basta sentir simplesmente a bênção da Verdade Soberana. É imprescindível dilatá-la ao círculo de nossos semelhantes, através do bem que concretize a divina palavra de que somos portadores.

Ante o mundo moderno, em doloroso e acelerado processo de transição, procuremos em Cristo Jesus o clima de nossa reconstrução espiritual para a Vida Eterna.

Imprescindível renovar o coração convertendo-o em vaso de graças divinas para a extensão das dádivas recebidas.

Indaguemos, estudemos, movimentemo-nos na esfera científica e filosófica, todavia, não nos esqueçamos do “amemo-nos uns aos outros” como o Senhor nos amou.
Lembremo-nos de que somos os herdeiros diretos da confiança e do amor daqueles que tombaram nos circos do martírio por trezentos anos consecutivos.

Sem a humildade não há progresso possível.

Perdendo na esfera da posse transitória, ganharemos sempre nas possibilidades de conquistar a Luz Imperecível.

Verbo primoroso, sem fundamentos de sublimação, não alivia, nem salva. Sentimento educado e iluminado, contudo, melhora sempre.

Bibliografia
Amigo - Emmanuel - Ed. CEU - São Paulo, 1980
Livro de Respostas - Emmanuel - Ed. CEU - São Paulo, 1980
Luz no Caminho - Emmanuel - Ed. CEU - São Paulo, 1992


Antologia da Amizade - Francisco Cândido Xavier - Emmanuel

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

PELA PAZ INTERIOR




PELA  PAZ  INTERIOR


  
Francisco C. Xavier.

Caminhávamos para o nosso encontro espiritual, em companhia de diversos confrades, comentando as atitudes aparentemente inexpressivas (mas muito importantes para a nossa tranqüilidade e segurança) que somos quase forçados a tomar, no cotidiano, para garantir a nossa paz interior. Companheiros falavam de pequeninos gestos de irritação que se degeneram na via publica em grandes conflitos. Outros falavam de incompreensões julgadas quase imperceptíveis que se transformam em dolorosos dramas domésticos e sociais.
Logo após, reunidos em prece, O Evangelho Segundo o Espiritismo nos deu a estudo o item 7 do seu capítulo X. Alguns irmãos destacaram a oportunidade do tema. E, ao término da reunião, foi o nosso amigo André Luiz quem compareceu, relacionando tópicos de paz e segurança para a nossa vida diária.


ANOTE HOJE

André Luiz

Anote quanto auxílio poderá você prestar ainda hoje.
Em casa, pense no valor desse ou daquele gesto de cooperação e carinho.
No relacionamento comum, faça a gentileza que alguém esteja aguardando conforme a sua palavra.
No grupo de trabalho, ouça com bondade a frase menos feliz sem passá-la adiante.
Ofereça apoio e compreensão ao colega em dificuldade.
Estimule o serviço com expressões de louvor.
Quando puder, procure resolver os problemas sem alardear seu esforço.
Em qualquer lugar, pratique a boa influência.
Desculpe falhas alheias, consciente de que você também pode errar.
Observe quanto auxílio poderá você desenvolver ao trânsito, respeitando sinais.
Acrescente paz e reconforto à dádiva que fizer.
Evite gritar para não chocar a quem ouve.
Pague a sua pequena prestação de serviço à comunidade, conservando a limpeza onde passe.
Sobretudo mostre simpatia e reconhecerá que o seu sorriso, em favor dos outros, é sempre uma chave de luz para que você encontre novas bênçãos de Deus.


Do livro Amanhece. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

OS TEMPOS DO CONSOLADOR


OS  TEMPOS  DO  CONSOLADOR


A permissão de Deus para que nos manifestássemos ostensivamente, entre os agrupamentos dos nossos irmãos encarnados, chegou, justamente, a seu tempo, quando o espírito humano despido das vestes da puberdade, com o juízo amadurecido para assimilar algo da Verdade, tateava entre vacilações e incertezas, estabelecidas pela investigação da Ciência, sem conseguir adaptar-se ao demasiado simbolismo das idéias religiosas, latentes na alma humana, desde os tempos primevos dos trogloditas.
Justamente na época requerida, consoante as profecias do Divino Mestre, derramou-se da sua luz sobre toda a carne, e os emissários do Alto, segundo as suas possibilidades e aos méritos individuais, têm auxiliado a ascensão dos conhecimentos humanos para os planos elevados da espiritualidade.

A CONCEPÇÃO DA DIVINDADE
Desde as eras primárias da Civilização, a idéia de um poder superior, interferindo ns questões mundanas, vem guiando o homem através dos seus caminhos e a Religião sempre constituiu o maior fator da moral social, se bem que apresentasse a divindade à semelhança do homem, em seus ensinamentos exotéricos.
O Cristianismo, inaugurando um novo ciclo de progresso espiritual, renovou as concepções de Deus no seio das idéias religiosas; todavia, após a sua propagação, várias foram as interpretações escriturísticas, dado azo a que as facções sectaristas tentassem isoladamente, ser as suas únicas representantes; a Igreja Católica e as numerosas seitas protestantes, nascidas do ambiente por ela formado, têm levado longe a luta religiosa, esquecidas de  que a Providência Divina é Amor. Estabeleceram com a sua acanhada hermenêutica os dogmas de fé, nutrindo-se das fortunas iníquas a que se referem os Evangelhos, prejudicando os necessitados e os infelizes.

A FÉ ANTE A CIÊNCIA
Mas, como o progresso não conhece obstáculos, os artigos de fé equivaleram a estagnações isoladas.Se conseguiram satisfazer à Humanidade em um período mais ou menos remoto da sua evolução, caducaram desde que o laboratório obscureceu a sacristia.
A Ciência desvendou o espírito humano as perspectivas inconcebíveis do Infinito; o telescópio descortinou a grandeza do Universo e os novos conhecimentos cosmogônicos demandaram outra concepção do Criador. Desvendando, paulatinamente, as sublimes grandiosidades da natureza invisível, a Ciência embriagou-se com a beleza de tão lindos mistérios e estabeleceu o caminho positivo para encontrar Deus, como descobrira o mundo microbiano, ao preço de acuradas perquirições. É que a Divindade das religiões vigentes era defeituosa e deformada pelos seus atributos exclusivamente humanos; as igrejas estavam acorrentadas ao dogmatismo e escravizadas aos interesses do mundo. A confusão estabeleceu-se. Foi quando o Espiritismo fez sentir mais claramente a grandeza do seu ensinamento, dirigindo-se não só ao coração, mas igualmente ao raciocínio. O céu descerrou um fragmento do seu mistério e a voz dos Espaços se fez ouvir.

OS ESCLARECIMENTOS DO ESPIRITISMO
Foi assim que a religião da verdade surgiu na Terra, no momento oportuno. As Igrejas estagnadas encontravam-se no obsoletismo, incapazes de sancionar as idéias novas, vivendo quase que exclusivamente das suas características de materialidade e do seu simbolismo, terminado o tempo de sua necessária influência no mundo. As conquistas científicas não se coadunavam n com o espírito dogmático, e o Espiritismo, com as suas lições magníficas, alargou  infinitamente a perspectiva da vida universal. Explicando e provando que a existência não se observa somente na face da Terra opaca e cheia de dores.
Há céus inumeráveis e inumeráveis mundos onde a vida palpita numa eterna mocidade; todos eles se encadeiam, se abraçam dentro do magnetismo universal, vivificados pela luz, imagem real da alma Divina, presente em toda parte.
A carne é uma vestimenta temporária, organizada segundo a vibração espiritual, e essa mesma vibração esclarece todos os enigmas da matéria.

NÓS VIVEREMOS ETERNAMENTE
A Doutrina dos Espíritos, pois, veio desvendar ao homem o panorama da sua evolução e esclarece-lo no problema das suas responsabilidades, porque a vida não é privilégio da Terra obscura, mas a manifestação do Criador em todos os recantos do Universo.
Nós viveremos eternamente, através do Infinito e o conhecimento da imortalidade expõe os nossos deveres de solidariedade para com todos os seres, em nosso caminho;por esta razão, a Doutrina Espiritista é uma síntese gloriosa de fraternidade e de amor. O seu grande objeto é esclarecer a inteligência humana.
Oxalá possam os homens compreender a excelsitude do ensinamento dos Espíritos e aproveitar o fruto bendito das suas experiências; com o entendimento esclarecido, interpretarão com fidelidade o “Amai-vos uns aos outros”, em sua profunda significação.
Os instrutores dos planos espirituais, em que nos achamos, regozijam-se com todos os triunfos da vossa ciência, porque toda conquista importa em grande e abençoado esforço e, pelo trabalho perseverante, o homem conhecerá todas as leis que lhe presidem ao destino.

Fonte: Livro “Emmanuel”  -  Psicografica Francisco Cândido Xavier - Autor Espiritual: Emmanuel

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

HERANÇA E REENCARNAÇÃO




 Mais uma vez o talentoso Rolando Boldrin interpreta de um jeito exclusivo e perfeito, a mensagem de Cornélio Pires (ESPÍRITO) psicografada por Chico Xavier. A poesia, cheia de sabedoria, nos ensina a valorizar a herança das atitudes nobres, de um tesouro que o ladrão não rouba nem a ferrugem consome, já que normalmente heranças envolvendo bens materiais acirram ânimos na disputa separando ao invés de unir familiares e parentes.

 Palavras-chave:Tv Cultura,Reencarnação,encarnação,Cornélio,Pires,Rolando,Boldrin