quarta-feira, 24 de outubro de 2012
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Allan Kardec - Reencarnações
Palestra realizada na Casa dos Humildes no dia 12/10/2012 Allan Kardec o
centurião, o druída, o reformador e o codificador - Um gênio em suas
reencarnações. Palestrante: Bruno Tavares
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
"A Ciência da Fé" - Paulo Perri de Carvalho - Palestra
Palestra realizada no dia 07/10/2012 no C.E. Caminheiros do Bem da cidade
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
O que Chico Xavier disse e o que Chico Xavier não disse -Forum Espírita
e o que Chico Xavier não disse
Dentro deste contexto, é fundamental que façamos algumas reflexões sobre este cenário. Em primeiro lugar, tais polêmicas são geradas pela capacidade formadora de opinião de Chico Xavier. A capacidade intelecto-moral de Chico Xavier e a grandiosidade de sua tarefa, sua trajetória e seu legado dão a seus comentários um peso naturalmente muito grande, o que nos remete, no mínimo, a uma análise respeitosa.
Daí, considerar seriamente tais hipóteses, fazendo uma análise racional e respeitosa de qualquer comentário de cunho doutrinário pressupostamente partido de Chico Xavier, é mais do que uma atitude de elegância intelecto-moral, mas um dever de respeito e de inteligência considerando o conhecimento, a experiência e o legado que o grande médium nos deixou.
Entretanto, não podemos, por outro lado, cair no fanatismo de, idolatrando Chico Xavier, admitir tudo o que nos chega, teoricamente de origem Xavierina, como revelações inquestionáveis do mundo espiritual, o que, infelizmente, tem sido observado, pelo menos, em alguns casos.
Há de se compreender que Chico Xavier, durante seus 92 anos de vida, sofreu pressões inenarráveis de encarnados e desencarnados, de espíritas e adeptos de outras religiões, de cientistas e curiosos, de necessitados materialmente e necessitados da parte espiritual. Mesmo dentro do movimento espírita, as pressões a que Chico foi submetido foram muito intensas, justamente em função do peso de qualquer pronunciamento do médium. Disputas doutrinárias faziam com que adeptos dos dois lados do embate quisessem, naturalmente, o apoio da opinião favorável de Chico às suas ideias.
Chico Xavier era um homem muito inteligente e obviamente inspirado e orientado pelo mundo espiritual superior, e sabia de todo esse contexto à sua volta. Ademais, ele também tinha conhecimento do seu poder de influenciar as opiniões dos demais confrades. Tinha consciência que se pronunciasse opiniões taxativas poderia estar acendendo um “barril de pólvora”, detonando fissuras que poderiam favorecer cisões dificilmente reparáveis no movimento espírita. Obviamente, ele desenvolveu um mecanismo de tentar ser fraterno e caridoso com todos os irmãos, procurando, no entanto, evitar desgastes desnecessários. Assim, sabedor de que a sua principal tarefa era o livro, como o próprio Emmanuel deixara claro em várias oportunidades, ele procurou não participar mais efetivamente desses debates, deixando para que os estudiosos deduzissem a verdade por seus meios próprios através do estudo das obras de Allan Kardec, de suas próprias obras e dos livros de demais autores espíritas e não-espíritas. Chico Xavier tinha a consciência de que sua obra era extremamente atual, mas que deveria ser estudada por séculos. Aquilo que não fosse possível esclarecer aos componentes da atual geração deveria ser assimilado por gerações futuras mais preparadas para assimilar a verdade. Obviamente, nós mesmos, atuais Espíritos encarnados, teremos, provavelmente, outras oportunidades encarnatórias para trabalhar no movimento espírita, reencarnando com mais recursos intelecto-morais para estudos doutrinários mais profundos.
Enquanto Chico Xavier estava encarnado, essas polêmicas giravam em torno de tópicos de divergência histórica na interpretação doutrinária. Interessantemente, após a desencarnação do médium, surgiram várias teorias a respeito da própria figura de Chico Xavier, até porque, nesse novo momento, ele não estaria em pessoa aqui na crosta terrestre para desmentir tais comentários.
Sem duvidar da sinceridade e do desinteresse pessoal dos companheiros que obtiveram pessoalmente alguns depoimentos mais controversos, é de se ressaltar que aquilo que Chico deixou do ponto de vista doutrinário nos livros deve, indiscutivelmente, ser considerado como portador de um peso doutrinário maior. Os textos que chegaram pela mediunidade de Chico Xavier passavam, muitas vezes, por severas revisões no mundo espiritual, conforme aconteceu com o capítulo “Reencarnação”, da obra de André Luiz: “Missionários da Luz”. Sem desmerecer as informações de origem oral, nós sabemos que a elaboração de tais enunciados é feita de forma muito mais rápida e menos sujeita à reflexão, bem como mais submetida à emoção. Ademais, confrades ouviram comentários em contextos diferentes que não eram claramente conclusivos para fechar uma opinião a respeito da ênfase de cada comentário.
Assim sendo, vale comentar um caso recente a título de ilustração nessa pequena análise da questão. Recentemente, recebemos um e-mail de alguns confrades que afirmavam que Chico Xavier teria tido 14 reencarnações de individualidades conhecidas da história. Tal afirmativa foi baseada, segundo o texto recebido, em depoimentos do próprio Chico Xavier a diferentes confrades que gozavam da intimidade do médium. Contudo, entre essas personalidades eram citadas as figuras de São João Evangelista, Platão e Allan Kardec. Ora, em “Prolegômenos”, Kardec cita como autores da obra “O Livro dos Espíritos” os Espíritos de São João Evangelista e Platão. A questão é, se os dois fossem o mesmo Espírito Kardec, necessitaria citar suas duas encarnações?! Seria ético e construtivo dentro da proposta de Fé raciocinada da Doutrina Espírita tal exposição. Alguns podem argumentar que Kardec poderia não saber dessa realidade e, se por algum motivo, o mesmo Espírito assinasse duas mensagens distintas com cada um dos seus nomes prévios, o Codificador não teria como saber disso. Admitindo essa possibilidade, a nosso ver não muito bem justificada, porém não impossível de ocorrer, surge ainda uma segunda problemática. Além de São João Evangelista e Platão serem o mesmo Espírito, dentro obviamente desta hipótese, eles seriam, nessa tese, o mesmo Espírito correspondente ao próprio Allan Kardec. Neste caso, a hipótese ficaria ainda menos provável, pois Kardec estava na Terra organizando o pensamento dos Espíritos. Como Kardec não era médium, seria de se supor que ele dormiria e pelo desdobramento parcial do sono físico enviasse mensagens aos médiuns da Codificação, ora se identificando como Platão, e ora se identificando como São João Evangelista. Só que muitas dessas mensagens foram obtidas na presença de Kardec em total vigília e atenção em relação ao fenômeno mediúnico. Para não descartar de vez a hipótese, podemos admitir que Kardec em desdobramento ou mesmo antes de sua encarnação poderia ter deixado as mensagens de sua lavra (com os nomes de Platão e São João Evangelista) sob a responsabilidade de outro Espírito amigo fazer a transmissão para os seus médiuns. Tal situação, apesar de tecnicamente possível, parece muito confusa e sem um propósito definido, pois Kardec não precisava e até mesmo combatia a exposição orgulhosa de nomes famosos. Segundo Allan Kardec, em “O Livro dos Médiuns”, o último tópico avaliado nas mensagens mediúnicas deve ser o nome do autor, pois é o mais fácil de ser adulterado. A Doutrina Espírita não era e não é baseada na relevância de nomes célebres, mas na lógica de suas ideias amparadas nos fatos continuamente observados na natureza. Aliás, justamente por isso, o Espiritismo é ciência, é filosofia e é religião, uma vez que a certeza filosófico-científica gera a conscientização para a mudança moral do homem para a atitude de fraternidade.
Além disso, tais informações não são tão relevantes, uma vez que Chico Xavier tem méritos tão representativos que não necessita de associação a reencarnações prévias brilhantes, pois ele já tem brilho próprio e muito intenso pelo que fez durante 92 anos através da “persona” Francisco de Paula Cândido Xavier.
Sem descartar definitivamente as hipóteses elaboradas por confrades bem-intencionados, temos que utilizar da análise crítica para, seguindo o conselho de Erasto, em caso de dúvida, em princípio rejeitar a ideia, deixando-a em uma espécie de banho-maria, à espera da confirmação através do Controle Universal do Ensino dos Espíritos, pois “é preferível rejeitar 10 verdades do que aceitar uma única mentira”.
Leonardo Marmo Moreira
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segunda-feira, 8 de outubro de 2012
ORAÇÃO
ORAÇÃO
André Luiz
MEDIUNIDADE E RELIGIÃO – Misturada à magia vulgar, a mediunidade é de tosos os tempos no mundo.
Confundida entre os totens e manitus, nas raças primitivas, alteia-se, gradativamente, e surge, suntuosa e complexa, nos templos iniciáticos dos povos antigos, ou rebaixada e desordenada, entre os magos da praça pública.
Ocioso seria enumerar sucessos e profecias, constantes dos livros sagrados das regiões, nas épocas anciãs.
A cada passo, nas recordações de todas elas, encontramos referências a manifestações de anjos e demônios, evocações e mensagens de seres desencarnados, visões e sonhos, encantamentos e exorcismos.
REFLEXO CODICIONADO E MEDIUNIDADE – Em toda a parte, desde os amuletos das tribos mergulhadas em profunda ignorância até os cânticos sublimados dos santuários religiosos dos tempos modernos, vemos reflexo condicionado, facilitando a exteriorização de recursos da mente, para o intercâmbio com o plano espiritual.
Talismãs e altares, vestes e paramentos, símbolos e imagens, vasos e perfumes, não passam de petrechos destinados a incentivar a produção de ondas mentais, nesse ou naquele sentido, atraindo forças do mesmo tipo que as arremessadas pelo operador dessa ou daquela cerimônia mágica ou religiosa e pelas assembléias que os acompanham, visando a certos fins.
E compreendendo-se que os semelhantes se atraem, o bruxo que se vale da mandrágora para endereçar vibrações deprimentes a certa pessoa, a esta procura induzir à emissão de energias do mesmo naipe com que, à base de terror, assimila correntes mentais inferiores, prejudicando a si mesma, sempre que não possua a integridade da consciência tranqüila; o sacerdote de classe elevada, toda vez que aproveita os elementos de sua fé para consolar um espírito desesperado, está impelindo-o à produção de raios mentais enobrecidos, com os quais forma o clima adequado à recepção do auxílio da Esfera Superior; o médico que encoraja o paciente, usando autoridade e doçura, inclina-o a gerar, em favor de si mesmo, oscilações mentais restaurativas, pelas quais se relaciona com os poderes curativos estuantes em todos os escaninhos da Natureza; o professor, estimulando o discípulo a dominar o aprendizado dessa ou daquela expressão, impulsiona-o a condicionar os elementos do próprio espírito, ajustando-lhe a onda mental para incorporar a carga de conhecimento de que necessita.
GRANDEZA DA ORAÇÃO – Observamos em todos os momentos da lama, seja no repouso ou atividade, o reflexo condicionado (ou ação independente da vontade que se segue, imediatamente, a uma excitação externa) na base das operações da mente, objetivando esse ou aquele gênero de serviço.
Daí resulta o impositivo da vigilância sobre a nossa própria orientação, de vez que somente a conduta reta sustenta o reto pensamento e, de posse do reto pensamento, a oração, qualquer que seja o nosso grau de cultura intelectual, é o mais elevado toque de indução para que nos coloquemos, para logo, em regime de comunhão com as Esferas Superiores.
De essência divina, a prece será sempre o reflexo positivamente sublime do espírito, em qualquer posição, por obrigá-lo a despedir de si mesmo os elementos mais puros de que possa dispor.
No reconhecimento ou na petição, na diligência ou no êxtase, na alegria ou na dor, na tranqüilidade ou na aflição, ei-la exteriorizando a consciência que a formula, efusões indescritíveis, sobre as quais as ondulações do /céu corrigem o magnetismo torturado da criatura, insulada no sofrimento educativo da Terra, recompondo-lhe as faculdades profundas.
A mente centralizada na oração pode ser comparada a uma flor estelar, aberta ante o Infinito, absorvendo-lhe o orvalho nutriente de vida e luz.
Aliada à higiene do espírito, a prece representa o comutador das correntes mentais, arrojando-as à sublimação.
EQUILIBRIO E PRECE – É indispensável compreender que a Inteligência encarnada conta com múltiplos meios de preservar o corpo físico em que se demora.
Além dos inestimáveis serviços da pele e da mucosa intestinal que o defendem das intromissões indébitas de elementos físicos e químicos, prontos a lhe arruinarem a estabilidade, o homem consegue mobilizar todo um sistema de quimioterapia bacteriostática levada a efeito por determinadas unidades microbianas sobre outras, na vanguarda dos processos imunológicos.
É possível, então, coibir, com relativa segurança, a febre tifóide, as disenterias, a tuberculose, as riquetsioses, a psitacose, as infecções pulmonares e urinárias, etc.; entretanto, não acontece o mesmo, quando nos reportamos à atmosfera psicológica em que toda criatura se submerge na vida social do Planeta.
Visto a distância, o homem, na arena carnal, pode ser comparado a um viajor na selva de pensamentos heterogêneos, aprendendo, por intermédio de rudes exercícios, a encontrar o seu próprio caminho de libertação e de ascese. Mentalmente exposto a todas as influências psíquicas, é imperioso se eduque para governar os próprios impulsos, aperfeiçoando-se moral e intelectualmente, para que se lhe aprimorem as projeções.
No que tange à saúde e manutenção do corpo e no que se refere à aquisição de conhecimentos, utiliza a consulta a médicos e nutricionistas, professores e orientadores diversos. É natural, dessa forma, se valha da prece para angariar a inspiração de que precisa, a fim de afinizar-se com as diretrizes superiores.
No circuito de forças estabelecido com a oração, a alma não apenas se predispõe a regenerar o equilíbrio das células viciadas ou exaustas, através, espontaneamente, assimilando os raios da Vida Mais Alta a que se dirige, mas também reflete as sugestões iluminativas das Inteligências desencarnadas de condições mais nobre com as quais se coloca em relação.
PRECE E RENOVAÇÃO – Na floresta mental em que avança, o homem freqüentemente se vê defrontado por vibrações subalternas que o golpeiam de rijo, compelindo-o à fadiga e à irritação, sejam elas provenientes de ondas enfermiças, partidas dos desencarnados em posição de angústia e que lhe partilham o clima psíquico, ou de oscilações desorientadas dos próprios companheiros terrestres desequilibrados a lhe respirarem o ambiente. Todavia tão logo se envolva nas vibrações balsâmicas da prece, ergue-se-lhe o pensamento aos planos sublimados, de onde recolhe as idéias transformadoras dos Espíritos benevolentes e amigos, convertidos em vanguardeiros de seus passos, na evolução.
Orar constitui a fórmula básica da renovação íntima, pela qual divino entendimento desce do Coração da Vida para a vida do coração.
Semelhante atitude da alma, porém, não deve, em tempo algum, resumir-se a simplesmente pedir algo ao Suprimento Divino, mas pedir, acima de tudo, a compreensão quanto ao plano da Sabedoria Infinita, traçado para o seu próprio aperfeiçoamento, de traçado para o seu próprio aperfeiçoamento, de maneira a aproveitar o ensejo de trabalho e serviço no bem de todos, que vem a ser o bem de si mesma.
MEDIUNIDADE E PRECE – A mediunidade, na ordem superior da vida, esteve sempre associada à oração, para converter-se no instrumento da obra iluminativa do mundo.
Entre os egípcios e hindus, chineses e persas, gregos e cipriotas, gauleses e romanos, a prece, expressando invocação ou louvor, adoração ou meditação, é o agente refletor do Plano Celeste sobre a alma do homem.
Orando, Moisés recolhe, no Sinai, os mandamentos que alicerçam a justiça de todos os tempos, e igualmente em prece, seja nas margens do Genesaré ou em pleno Tabor, respirando o silêncio de Getsêmani ou nos braços da cruz, o Cristo revela na oração o reflexo condicionado de natureza divina, suscetível de facultar a sintonia entre a criatura e o Criador.
Do livro: Mecanismos da Mediunidade
Psicografia: Francisco Candido Xavier e Waldo Vieira
Psicografia: Francisco Candido Xavier e Waldo Vieira
Pelo Espírito de : André Luiz
domingo, 7 de outubro de 2012
A Missão de Allan Kardec, a Reencarnação de Jan Hus (Jean Huss) - Nazareno Feitosa - CENOL 2012
Palestra "A Missão de Allan Kardec, a Reencarnação de Jan Hus (Jean Huss)" com Nazareno Feitosa (Comunhão/FeDF) no C. E. Nosso Lar, Gama, DF, 2012. Se você acha que esse vídeo pode ser útil para alguém, clique em "gostei/curtir" e compartilhe em suas redes sociais. Quanto mais votos positivos, mais facilmente ele poderá ser encontrado nas pesquisas.
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