sexta-feira, 30 de novembro de 2012

O Poder da imposição de mãos (legendado português)


Emily Rosa, uma garotinha que aos 9 anos, deu um exemplo a todos, colocando em pratica o método científico e desenvolveu um simples teste para avaliar a validade da "Terapia do Toque" - similar a muitas outras técnicas de cura através da imposição de mãos como Reiki e o Passe espírita - rendendo-lhe a entrada no Guiness Book como a mais jovem pessoa a publicar um artigo cientifico em um periodico cientifico revisado pelos pares na revista médica JAMA (Jornal of the Americam Medical Association) O artigo na periódico cientifico JAMA

 http://jama.jamanetwork.com/article.aspx?articleid=187390




sábado, 17 de novembro de 2012

Pesquisa observa atividade cerebral de médiuns




"Resultado mostra a diminuiçâo de fluxo sanguíneo em áreas inesperadas.Motivo é desconhecido,mas merece ser aprofundado,defende o autor.

Cientistas da USP,da Universidade de Juiz de Fora e da Universidade Thomas Jefferson,nos EUA,mediram a atividade cerebral de dez médiuns brasileiros enquanto faziam psicografia,ou seja,enquanto,segundo acreditam,um espírito supostamente escrevia um texto usando suas mâos.
Eles compararam os resultados da açâo  de psicografar com a atividade cerebral enquanto redigiam um texto fora do estado de transe,isto é , de "próprio punho".
A equipe liderada por Julio Peres,do instituto de psiquiatria da USP, usou voluntários que têm entre 15 e 47 anos de experiência em psicografia.Eles foram divididos em dois grupos-mais e menos experientes.
Para verificar a atividade cerebral dos 10 médiuns,os cientistas injetaram neles um marcador radioativo que permite checar a intensidade do fluxos sanguíneos em diferentes áreas do cérebro por meio de tomografia.
Os autores afirmam que os médiuns experientes apresentaram níveis mais baixos de atividade durante a psicografia,em comparaçâo a escrita normal,justamente em áreas frontais do cérebro associadas ao planejamento,raciocínio,geraçâo de linguagem e soluçâo de problemas.De acordo com os cientistas,isso pode refletir a ausência de consciência durante a psicografia.
Os psicógrafos menos experientes,por sua vez,tiveram atividade mais  intensa nessas mesmas áreas enquanto psicografavam,ainda que também inferior à registrada durante a escrita fora de transe.Segundo os pesquisadores,este fato poderia estar relacionado com uma tentativa "mais esforçada " dos médiuns menos experientes de fazer a psicografia.

TEXTOS

Os autores ainda analisaram os textos produzidos e concluíram que aqueles psicografados resultaram mais complexos que os produzidos em estado normal de vigília,especialmente entre os médiuns mais experientes.Seria esperado que isso exigisse mais atividade em áreas frontais e temporais do cérebro,mas nâo foi o que os cientistas observaram.
De acordo com Peres,nâo há ainda uma explicaçâo exata para esses resultados,mas eles merecem um aprofundamento.Uma possibilidade é que,como a atividade nas partes frontais do cérebro diminui,outras zonas,relacionadas a criatividade ficam desinibidas.O estudo foi publicado nesta sexta(16/11/12)no periódico científico on line PLOS ONE."

Como vemos, é a ciência pouco a pouco comprovando a mediunidade e a relaçâo entre os planos material e espiritual.

Texto copiado do site de notícias G1. 

Jesus - Trajetória de Amor e Luz

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Medicina reconhece obsessão espiritual

Medicina reconhece obsessão espiritual


Código Internacional de Doenças (OMS) inclui influência dos Espíritos

Dr. Sérgio Felipe de Oliveira com a palavra:
Ouvir vozes e ver espíritos não é motivo para tomar remédio de faixa preta pelo resto da vida... Até que enfim as mentes materialistas estão se abrindo para a Nova Era; para aqueles que queiram acordar, boa viagem, para os que preferem ainda não mudar de opinião, boa viagem também...
Uma nova postura da medicina frente aos desafios da espiritualidade.
Vejam que interessante a palestra sobre a glândula pineal do Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico psiquiatra que coordena a cadeira de Medicina e Espiritualidade na USP:
A obsessão espiritual como doença da alma, já é reconhecida pela Medicina. Em artigos anteriores, escrevi que a obsessão espiritual, na qualidade de doença da alma, ainda não era catalogada nos compêndios da Medicina, por esta se estruturar numa visão cartesiana, puramente organicista do Ser e, com isso, não levava em consideração a existência da alma, do espírito. No entanto, quero retificar, atualizar os leitores de meus artigos com essa informação, pois desde 1998, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu o bem-estar espiritual como uma das definições de saúde, ao lado do aspecto físico, mental e social. Antes, a OMS definia saúde como o estado de completo bem-estar biológico, psicológico e social do indivíduo e desconsiderava o bem estar espiritual, isto é, o sofrimento da alma; tinha, portanto, uma visão reducionista, organicista da natureza humana, não a vendo em sua totalidade:
Mente, corpo e espírito.
Mas, após a data mencionada acima, ela passou a definir saúde como o estado de completo bem-estar do ser humano integral:
Biológico, psicológico e espiritual.
Desta forma, a obsessão espiritual oficialmente passou a ser conhecida na Medicina como possessão e estado de transe, que é um item do CID - Código Internacional de Doenças - que permite o diagnóstico da interferência espiritual Obsessora.
O CID 10, item F.44.3 - define estado de transe e possessão como a perda transitória da identidade com manutenção de consciência do meio-ambiente, fazendo a distinção entre os normais, ou seja, os que acontecem por incorporação ou atuação dos espíritos, dos que são patológicos, provocados por doença.
Os casos, por exemplo, em que a pessoa entra em transe durante os cultos religiosos e sessões mediúnicas não são considerados doença.
Neste aspecto, a alucinação é um sintoma que pode surgir tanto nos transtornos mentais psiquiátricos - nesse caso, seria uma doença, um transtorno dissociativo psicótico ou o que popularmente se chama de loucura bem como na interferência de um ser desencarnado, a Obsessão espiritual.
Portanto, a Psiquiatria já faz a distinção entre o estado de transe normal e o dos psicóticos que seriam anormais ou doentios.
O manual de estatística de desordens mentais da Associação Americana de Psiquiatria - DSM IV - alerta que o médico deve tomar cuidado para não diagnosticar de forma equivocada como alucinação ou psicose, casos de pessoas de determinadas comunidades religiosas que dizem ver ou ouvir espíritos de pessoas mortas, porque isso pode não significar uma alucinação ou loucura.
Na Faculdade de Medicina DA USP, o Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico, que coordena a cadeira (hoje obrigatória) de Medicina e Espiritualidade.
Na Psicologia, Carl Gustav Jung, discípulo de Freud, estudou o caso de uma médium que recebia espíritos por incorporação nas sessões espíritas.
Na prática, embora o Código Internacional de Doenças (CID) seja conhecido no mundo todo, lamentavelmente o que se percebe ainda é muitos médicos rotularem todas as pessoas que dizem ouvir vozes ou ver espíritos como psicóticas e tratam-nas com medicamentos pesados pelo resto de suas vidas.
Em minha prática clínica (também praticada por Ian Stevenson), a grande maioria dos pacientes, rotulados pelos psiquiatras de "psicóticos" por ouvirem vozes (clariaudiência) ou verem espíritos (clarividência), na verdade, são médiuns com desequilíbrio mediúnico e não com um desequilíbrio mental, psiquiátrico. (Muitos desses pacientes poderiam se curar a partir do momento que tivermos uma Medicina que leva em consideração o Ser Integral).
Portanto, a obsessão espiritual como uma enfermidade da alma, merece ser estudada de forma séria e aprofundada para que possamos melhorar a qualidade de vida do enfermo.

Texto de Osvaldo Shimod.