sábado, 3 de março de 2012

ANÁLISE DO FILME AMOR ALÉM DA VIDA


Amor Além da Vida
(What Deams May Come, EUA - 1998)


Atores:
Robin Williams (Chris Nielsen)
Cuba Gooding Jr. (Albert)
Annabella Sciorra (Annie Nielsen)
Max von Sydow (Rastreador)
Diretor: Vincent Ward








Sinopse:
O drama é centrado no pediatra Dr. Chris Nielsen, cujos filhos, ainda crianças, faleceram num acidente automobilístico. Passados quatro anos, ele também morre num acidente, deixando inconsolável a esposa Annie. Desligado do corpo físico, Christenta reanimar a esposa, transmitindo-lhe a mensagem da Imortalidade através de intuição e mesmo pela psicografia, quando consegue fazer com que ela mesma escreva o curto recado:
"Eu ainda existo!". Mas, sem compreensão da realidade da Vida Espiritual, Annie não assimila as suas mensagens e continua dominada pela depressão. Chris é enviado para o Céu, encontrando uma região deslumbrante e multicolorida, com alguns locais lembrando as telas de sua mulher.
Após algum tempo, Chris é informado de que sua esposa cometeu suicídio e está localizada no Inferno, sem condição de jamais deixar esse lugar de sofrimento. Porém, contrariando todas as orientações e conselhos recebidos, ele decide empreender uma longa e imprevisível viagem de barco, através da volitação, auxiliado pelo velho guia Tracker, com a determinação de salvá-la dos tormentos infernais, contando com a força de seu imenso amor. Seria quase impossível localizá-la, mas afirmava:
"Posso encontrá-la porque sou sua alma gêmea".
Apesar de várias fantasias, que destoam dos princípios espíritas, o filme apresenta muitos pontos positivos como: a Sobrevivência da Alma, a possibilidade de Comunicação (telepatia e psicografia), o poder do Amor, a influenciação dos espíritos sobre as pessoas encarnadas, as conseqüências do suicídio, a Existências de Planos Espirituais felizes e infelizes, o poder do pensamento, os diferentes planos espirituais, a Ideoplastia (o poder mental sobre a matéria do Mundo Espiritual, embora não ocorra exatamente como é mostrado) e duas reencarnações bem planejadas. Tem as falhas no conteúdo espírita (especialmente no caso do suicídio), é um bom filme e possui uma fotografia belíssima e deixando uma reflexão sobre pequenas nuances do ser humano, como por exemplo:
- o apego e não exatamente o amor ( pode alguém que ama matar a si mesmo?) ;
-o sentimento de que devemos continuar a viver pois a vida continua (Chris não deixou de se envolver na Vida trabalhando como médico ou amando sua esposa , já que a vida não findou com o desencarne de seus filhos);
- a falta de fé que se abateu sobre Annie seria o fruto de toda uma vida de despreparo e ignorância espiritual (existe morte?) ou é conseqüente a uma dor insuportável pela perda de entes queridos ( apego x amor);
- não existem respostas prontas diante da dor e sofrimento e cada um responde de acordo com o degrau em que se colocou encontrando o Paraíso ou Inferno mental que para si mesmo projetou ao longo do tempo;
-só o verdadeiro amor desinteressado e solidário cobre uma multidão de pecados.

ANÁLISE À LUZ DO ESPIRITISMO:
Pode um amor durar por toda a eternidade?
Eis a questão principal que decorre do filme Amor além da vida, atual sucesso de público e de crítica no Brasil e em vários países do mundo, arrastando verdadeiras multidões aos cinemas, de onde muita gente sai com mais dúvidas do que quando entrou na sala de projeção.
Acontece que, para responder àquela e a outras indagações profundamente filosóficas - como a reencarnação, por exemplo - o diretor Vincent Ward criou uma interessante hipótese para a vida depois da morte, valendo-se de um bom livro, de ótimos roteiristas, de um elenco de primeira categoria e de efeitos especiais impressionantes, resultando nessa bela produção cinematográfica, que conta inclusive com um site na internet explicando minuciosamente os passos percorridos desde a idéia inicial até o término das filmagens.
O filme é uma adaptação que o roteirista Ron Bass fez para o cinema do livro que Richard Matheson (autor de Em algum lugar do passado) escreveu para sua esposa. O título em inglês 'What dreams may come' foi retirado do drama Hamlet (Ato III, Cena 1), do dramaturgo inglês William Shakespeare (1564-1616), querendo significar que espécie de sonhos podem advir do sono da morte, quando deixarmos o corpo físico e fizermos uma pausa para meditação. Adicione-se a isso as polêmicas paralelas relativas à teoria das almas gêmeas, ao remorso pelo descuido com os filhos, à ideoplastia dominando o mundo material e teremos uma idéia do objetivo dessa interessante película.
De acordo com a sinopse oficial, um exército de artistas na arte de efeitos especiais trabalhou de perto com o diretor Vincent Ward para Chris Nielsen (Robin Williams) capturar o universo do filme e definir seu estilo inovador, extenso. Depois da morte intempestiva do médico Chris Nielsen, interpretado por Robin Williams, um dos atores mais talentosos da atualidade, a memória de amar e ser amado cria um prisma pessoal pelo qual ele transcende a vida terrestre e experimenta um enorme salto pela própria imaginação.
Sua transição para um lugar visualmente empolgante o confunde a princípio, mas logo enfraquece quando Cuba Gooding Jr. no papel de Albert, o seu guia na vida após a morte, lhe informa: - "Chris, você morreu há pouco, mas não desapareceu!" .
No reino das alternativas, Chris fica encantado ao descobrir um céu que, para ele, existe no mundo magnífico das pinturas de sua mulher Annie (interpretada por Annabella Sciona). regozijando-se entre o temor e a majestade desse mundo pintado, repleto de recordações e sonhos românticos que ele certa vez compartilhou com ela. Mas até mesmo nesse paraíso. Chris sente-se melancólico sem a mulher amada. A vitalidade criativa que assim vai penetrando em Chris, paradoxalmente limita em escura desilusão a frágil e solitária Annie.
Quando fica sabendo que a esposa jamais poderá unir-se a ele no seu paraíso. Chris jura encontrá-la onde estiver, embarcando então em uma odisséia épica por uma tapeçaria de ilusões infinitas, contando apenas com um rastreador da selva espiritual (papel do excelente Max Von Sydow) e o seu amor incondicional pela companheira, a quem tentará livrar dos tormentos infinitos do inferno.
Segue-se uma exploração corajosa de mundos criados apenas pela imaginação de um diretor visionário, secundado por um novelista aclamado, um roteitista distinto e um elenco talentoso e premiado. É uma representação singular, atordoante e ambiciosa de uma hipótese para a vida depois da morte, combinando elementos de fantasia, drama e espetáculo. Além disso, como lembrou o próprio ator Robin Williams, o filme retoma "a idéia de que almas gêmeas existem e que o seu amor prossegue após a morte, idéia que é poderosa, constrangedora, maravilhosa."
Ao enfocar a temática espírita, que vem inspirando o teatro, o rádio, o cinema e a televisão com interesse cada vez maior, o filme Amor além da vida misturou os dogmas dantescos do paraíso, inferno e purgatório com alguns princípios revelados pelo Espiritismo. entre eles a sobrevivência da alma, a comunicação entre vivos e mortos (na película há um pequeno ensaio de psicografia), a formação de imagens pela força do pensamento (ideoplastia) e até a reencarnação, muito embora o seu enredo, por motivos óbvios, não siga exatamente a codificação da doutrina espírita.
Diante disso, prosseguindo com o nosso propósito de analisar temas atuais em comparação com o Espiritismo, procuremos conhecer a real situação dos Espíritos depois da morte, o problema da felicidade e infelicidade dos Espíritos, os dogmas do paraíso, inferno e purgatório, o reencontro com parentes e amigos, e ainda as verdadeiras relações de afeição no além-túmulo:
A real situação da alma após a morte
Por ocasião da morte, tudo, a princípio,é confuso. De algum tempo precisa a alma para entrar no conhecimento de si mesma. Ela se acha como que aturdida (este referencial de perturbação, depende da evolução de cada um), no estado de uma pessoa que despertou de profundo sono e procura orientar-se sobre a sua situação. A lucidez das idéias e a memória do passado lhe voltam, à medida que se apaga a influência da matéria que ela acaba de abandonar, e à medida que se dissipa a espécie de névoa que lhe obscurece os pensamentos.
Muito variável é o tempo que dura a perturbação que se segue à morte. Pode ser de algumas horas, como também de muitos meses e até de muitos anos. Aqueles que, desde quando ainda viviam na Terra, se identificaram com o estado futuro que os aguardava, são os em que menos longa ela é, porque esses compreendem imediatamente a posição em que se encontram.
Aquela perturbação apresenta circunstâncias especiais, de acordo com os caracteres dos indivíduos e, principalmente, com o gênero de morte. Nos casos de morte violenta, por suicídio, suplício, acidente, apoplexia, ferimentos, etc .. o Espírito fica surpreendido, espantado e não acredita estar morto. Obstinadamente sustenta que não o está. No entanto, vê o seu próprio corpo, reconhece que esse corpo é seu, mas não compreende que se ache separado dele. Acerca-se das pessoas a quem estima, fala-lhes e não percebe por que elas não o ouvem. Semelhante ilusão se prolonga até ao completo desprendimento do perispírito. Só então o Espírito se reconhece como tal e compreende que não pertence mais ao número dos VIVOS.
Este fenômeno se explica facilmente. Surpreendido de improviso pela morte, o Espírito fica atordoado com a brusca mudança que nele se operou: considera ainda a morte como sinônimo de destruição, de aniquilamento. Ora, porque pensa, vê, ouve, tem a sensação de não estar morto. Mais lhe aumenta a ilusão o fato de se ver com um corpo semelhante, na forma, ao precedente, mas cuja natureza etérea ainda não teve tempo de estudar. Julga-o sólido e compacto como o primeiro e, quando se lhe chama a atenção para esse ponto, admira-se de não poder apalpá-lo. Esse fenômeno é análogo ao que ocorre com alguns sonâmbulos inexperientes, que não crêem dormir. É que têm o sono por sinônimo de suspensão das faculdades.
Ora, como pensam livremente e vêem, julgam naturalmente que não dormem. Certos Espíritos revelam essa particularidade, se bem que a morte não lhes tenha sobrevindo inopinadamente. Todavia, sempre mais generalizada se apresenta entre os que, embora doentes, não pensavam em morrer. Observa-se então o singular espetáculo de um Espírito assistir ao seu próprio enterramento como se fora o de um estranho, falando desse ato como de coisa que lhe não diz respeito, até o momento em que compreende a verdade.
A perturbação que se segue à morte nada tem de penosa para o homem de bem, que se conserva calmo, semelhante a tudo a quem acompanha as fases de um tranqüilo despertar. Para aquele cuja consciência ainda não está pura, a perturbação é cheia de ansiedade e de angústias, que aumentam à proporção que ele da sua situação se compenetra.
Nos casos de morte coletiva, tem sido observado que todos os que perecem ao mesmo tempo nem sempre tornam a ver-se logo. Presas da perturbação que se segue à morte, cada um vai para seu lado, ou só se preocupa com os que lhe interessam.
P. Os Espíritos são felizes ou infelizes?
R. A felicidade está na razão direta do progresso realizado, de sorte que, de dois Espíritos, um pode não ser tão feliz quanto outro, unicamente por não possuir o mesmo adiantamento intelectual e moral, sem que por isso precisem estar, cada qual, em lugar distinto. Ainda que juntos, pode um estar em trevas, enquanto que tudo resplandece para o outro, tal como um cego e um vidente que se dão as mãos: este percebe a luz da qual aquele não recebe a mínima impressão.
Sendo a felicidade dos Espíritos inerente à suas qualidades, haurem-na eles em toda parte em que se encontram, seja à superfície da Terra, no meio dos encarnados, ou no Espaço.
Uma comparação vulgar fará compreender melhor esta situação. Se se encontrarem em um concerto dois homens, um, bom músico, de ouvido educado, e outro, desconhecedor da música, de sentido auditivo pouco delicado, o primeiro experimentará sensação de felicidade, enquanto o segundo permanecerá insensível, porque um compreende e percebe o que nenhuma impressão produz no outro. Assim sucede quanto a todos os gozos dos Espíritos, que estão na razão de sua sensibilidade.
O mundo espiritual tem esplendores por toda parte, harmonias e sensações que os Espíritos inferiores, submetidos à influência da matéria, não entrevêem sequer, e que somente são acessíveis aos Espíritos puriificados.
Paraíso, inferno e purgatório
P. Existem paraíso e inferno, tais como os homens os imaginam?
R. São simples alegorias: por toda parte há Espíritos ditosos e inditosos. Entretanto, conforme também já dissemos, os Espíritos de uma mesma ordem se reúnem por simpatia: mas podem reunir-se onde queiram,quando são perfeitos.
A localização absoluta das regiões das penas e das recompensas só na imaginação do homem existe. Provém da sua tendência a materializar e circunscrever as coisas, cuja essência infinita não lhe é possível compreender.
P. Que se deve entender por purgatório?
R. Dores físicas e morais: o tempo da expiação. Quase sempre, na Terra é que fazeis o vosso purgatório e que Deus vos obriga a expiar as vossas faltas.
O que o homem chama purgatório é igualmente uma alegoria, devendo-se entender como tal, não um lugar determinado, porém o estado dos Espíritos imperfeitos, que se acham em expiação até alcançarem a purificação completa, que os elevará à categoria dos Espíritos bem-aventurados. Operando-se essa purificação por meio das diversas encarnações, o purgatório consiste nas provas da vida corporal.
Reunião com parentes e amigios. - P. Os parentes e amigos sempre se reúnem depois da morte?
R. Depende isso da elevação deles e do caminho que seguem, procurando progredir. Se um está mais adiantado e caminha mais depressa do que outro, não podem os dois conservar-se juntos. Ver-se-ão de tempos a tempos mas não estarão reunidos para sempre, senão quando puderem caminhar lado a lado, ou quando se houverem igualado na perfeição. Acresce que a privação de ver os parentes e amigos é, às vezes, uma punição.
P. Nossos parentes e amigos costumam vir-nos ao encontro quando deixamos a Terra?
R. Sim, os Espíritos vão ao encontro da alma a quem são afeiçoados. Felicitam-na, como se regressasse de uma viagem, por haver escapado aos perigos da estrada, e ajudam-na a desprender-se dos liames corporais. É uma graça concedida aos bons Espíritos o lhes virem ao encontro os que os amam, ao passo que aquele que se acha mandado permanece em insulamento, ou só tem a rodeá-lo os que lhe são semelhantes. É uma punição.
P. Deixando seus despojos mortais, a alma vê imediatamente os parentes e amigos que a precederam no mundo dos Espíritos?
R. Imediatamente, ainda aqui, não é o termo próprio. Como já dissemos, é-lhe necessário algum tempo para que ela se reconheça a si mesma e alije o véu material.
P. Continua a existir sempre, no mundo dos Espíritos, a afeição mútua que dois seres se consagraram na Terra?
R. Sem dúvida, desde que originada na verdadeira simpatia. Se, porém, nasceu principalmente de causas de ordem física, desaparece com a causa. As afeições entre os Espíritos são mais sólidas e duráveis do que na Terra, porque não se acham subordinadas aos caprichos dos interesses materiais e do amor-próprio.
P. Se dois Espíritos perfeitamente simpáticos se reunirem, estarão unidos para todo o sempre, ou poderão separar-se e unir-se a outros Espíritos?
R. Todos os Espíritos estão reciprocamente unidos. Falo dos que atingiram a perfeição. Nas esferas inferiores, desde que um Espírito se eleva, já não simpatiza, como dantes, com os que lhe ficaram abaixo.
Conclusão
Como não poderia ser diferente, a despeito da beleza plástica do filme "Amor além da vida", o seu resultado ficou devendo muito à realidade por causa daquela miscelânea entre as várias hipóteses para a vida depois da morte, pois além de não conseguir convencer os céticos, ainda confunde os crentes, irrita os fanáticos e não está em consonância com a verdade comprovada pela ciência através das experiências fora do corpo e dos relatos de quase morte, sem contar que o enredo não tem nenhum tipo de compromisso com os princípios espíritas.
Desse modo, gostaríamos de trazer mais esta advertência de Allan Kardec:
Instintivamente tem o homem a crença no futuro, mas não possuindo até agora nenhuma base certa para defini-lo, a sua imaginação fantasiou os sistemas que originaram a diversidade de crenças. A Doutrina Espírita sobre o futuro - não sendo uma obra de imaginação mais ou menos arquitetada engenhosamente, porém o resultado da observação de fatos materiais que se desdobram hoje à nossa vista - congraçará, como já está acontecendo, as opiniões divergentes ou flutuantes e trará gradualmente, pela força das coisas, a unidade de crenças sobre esse ponto, não já baseada em simples hipótese, mas na certeza. A unificação feita relativamente à sorte futura das almas será o primeiro ponto de contacto dos diversos cultos, um passo imenso para a tolerância religiosa em primeiro lugar e, mais tarde, para a completa fusão."
Timidamente o filme questiona se no fim de tudo não estaria o início, diante do que nós podemos concluir, com toda certeza, que a morte é apenas a passagem para um outro plano de vida, que continua pela eternidade ...
Eliseu F.da Mota jr. - Revista Internacional de Espiritismo



Amor além da vida from Rede Amigo Espírita on Vimeo.

6 comentários:

  1. Qual é a base para toda essas baboseiras?

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    1. A base é a Dourina Espírita. E não são "baboseiras"

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  2. Qual é a base para toda essas baboseiras?

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  3. Adorei a abordagem que o filme passa..para mim que tenho a cresça da espiritualidade acredito que a carne morre e o espirito prevaleça..são fase carnais.

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  4. Quando fala em atingir a perfeição, significa?

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    1. Atingir a perfeição significa para o espirito evoluir intelectualmente e "principalmente" moralmente. São os dois pontos chaves da evolução espiritual. Os espiritos todos foram criados por Deus, que é o unico que possui a perfeição absoluta, sendo a perfeição que pode ser alcançada pelos espíritos a perfeição relativa. Mas isso são apenas termos utilizados para que possamos compreender algo através de nosso meio de comunicação vulgar como a fala e a escrita. Conforme os espíritos evoluem através de várias encarnações, segundo o livre arbítrio de cada um, vão adquirindo mais conhecimento intelectual e moral, diz-se que o espirito nunca retrograda em sua evolução, ou seja, uma vez que você adquiriu conhecimento e evoluiu, você nunca volta para trás. Se o seu livre arbitrio lhe disser para não aprender mais nada, você permanece no maximo em um estado estacionário, que pode ser comparado com aqueles dias em que nao fazemos nada de bom ou de novo no nosso dia, e no fim daquele dia pensamos: "que dia improdutivo". Mas temos a chance de recomeçar no dia seguinte. A base para a rápida evolução é a busca constante por " conhecimento edificante" ou seja aquele conhecimento que nos deixa mais inteligentes ou com a moral mais purificada. Espero ter ajudado.

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